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Veja, Twitter, Galvão e Saramago

O que esses “trending topics” tão díspares tem a ver um com o outro?

Segue abaixo excelente texto do Flávio Gomes, que ganhou minha admiração. Repito o que venho dizendo há anos, especialmente a meus alunos, sobre esse hebdomadário imundo da Editora Abril: eu só temo pelos adolescentes que leem e acreditam nessa fossa impressa.

http://colunistas.ig.com.br/copa2010flaviogomes/2010/06/19/563/

Clima de Copa

Depois de um semestre bem estressante, chegou a hora de relaxar com a Copa, uma das coisas mais inúteis e prazerosas que já inventaram.

Apesar de adorar futebol, não torço pela seleção brasileira e fico até irritado com tanta patriotada em torno de um time chato e burocrático. Prefiro sempre que vença o melhor para ver futebol de qualidade, mesmo que seja num estilo duro como o da Alemanha – que, merecidamente, está ganhando de 2 a 0 da Austrália neste exato momento.

Esse ano, espero que dê Holanda ou Argentina. Aliás, estou torcendo mesmo é pra Argentina, pois não vejo a hora do futebol-arte de Maradona, Messi e Verón calar a boca de muita gente. Aproveitando a onda do Twitter…CALA BOCA GALVÃO (tomara que isso aumente os acessos no blog…).

Sobre isso, um belo artigo de Miguel Rios no JC de hoje:

http://jc.uol.com.br/coluna/o-papo-e-pop/noticia/2010/06/12/odiamos-amar-maradona-225110.php

Natureza jurídica do Twitter

Depois de muito refletir e ponderar (a palavra da vez nas provas de IED 2), consegui entender a alma do Twitter.Além de servir como servidor de notícias disfarçado, já que ninguém se acostumou com o antigo sistema RSS, esse tal “miniblog” nada mais é que a chegada à internet de um comportamento típico de jogo de futebol.

Torcedor que é torcedor nunca pergunta a outro o tempo, quem entrou ou quem saiu. A pergunta genérica – de “saiu quem?” até “quem é esse camisa 17 aí?” – é feita a esmo, sem destinatário. É um método tosco de garantir resposta, mas funciona. Nunca na história das arquibancadas o sujeito ficou sem resposta. Essa manha também é ótima para falar obviedades ou idiotices, que um interlocutor particular não ouviria sem dar um fora. Nesse caso, frases como “é bom mesmo que esse time seja rebaixado” ficam propositalmente no vácuo do pensamento.

Ou seja, eu, você e todos nós – frequentadores de arquibancada, chupadores de rolete (opa) de cana e mastigadores de amendoim “cozinhado” – já tuitávamos muito antes da internet. Ela apenas usa velhas táticas de comunicação e põe um passarinho simpático pra fazer uma chinfra…

OBS – Meu Twitter é @joaochaves_ds , mas pra falar minhas besteiras eu ainda prefiro este blog. Ou a arquibancada da Ilha.

Means without End

Descoberta fantástica para levantar um dia cansativo e angustiante. A fonte foi o Twitter de Slavoj Zizek (é ele mesmo?), mas não me peçam para “retuitar”. Ah, e nem me falem em legalidades!

Giorgio Agamben – Means without end

Pergunta

Do Twitter do Kibe Loco:

Twiteiro que trata followers como “meus leitores” é que nem entregador de pizza falando “meus clientes”.

Isso se aplica a blogueiros, meus leitores? 😉

 

 

 

No Twitter (?)

Estou tentando vincular esse blog ao Twitter, mecanismo exótico que até agora não compreendi bem. A única utilidade que vejo nele é divulgar os posts novos na forma de manchetes (que brega) para meus “seguidores”.

O endereço lá é http://www.twitter.com/direitosubj ou @direitosubj. Por favor alguém me diga se está funcionando 🙂