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PIBIC aprovado

Parabéns às minhas candidatas Luiza, Nádia e Maria Camila pela aprovação para o PIBIC 2010-2011. Foi corrido, mas fizemos um bom trabalho e os projetos têm potencial.

Assim que formalizado o processo, criarei uma aba específica para nosso tema comum (a biopolítica) que permita construir um embrião de biblioteca virtual e linkar outras iniciativas do tipo. É experimentando que se aprende.

PIBIC 2010-2011

Estão abertas as inscrições para minhas vagas do PIBIC 2010-2011. Para saber mais detalhes sobre temas e apresentação de candidaturas, conferir o link abaixo:

https://direitoesubjetividade.wordpress.com/pibic/

Conto com o apoio de todos para divulgar essa informação nas listas de emails e blogs das turmas.

Reposições de IED 2

Recado exclusivo para os alunos de IED 2:

Devido à minha viagem entre 12 e 28/9, precisaremos repor várias aulas. Para evitar muitas alterações de horário, vou fazer, além dos horários oficiais (mais por obrigação), uma espécie de seminário com meus orientandos de monografia, PIBIC e do GDS. A programação dos nomes e temas por sala e horário estão aqui.

Estou muito otimista quanto ao resultado e espero que todos participem com boa vontade e respeito aos colegas, que, garanto, estão preparando suas apresentações com muita dedicação e competência.

Crianças? Tragam as cordas!

De um tempo pra cá, esse tema da sexualidade infantil foi reciclado na mídia e nas conversas cotidianas de um modo impressionante. Basta comparar o que se fala de pedofilia e abuso sexual hoje e nos anos 90, o que é muito importante por se tratar de um verdadeiro “ponto cego”, quase um tabu. Sem contar a praga da prostituição infantil, especialmente nas regiões mais pobres.

No entanto, vem uma notícia como essa(http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u608541.shtml) que me faz lembrar o livro Os Anormais, de Michel Foucault.

Nesse curso de 1975, o autor informa que nos séculos XVIII e XIX houve uma intensificação dos controles da sexualidade intrafamiliar com ênfase na preservação das crianças. Alguns registros: delimitação de camas e quartos para pais e filhos (evitando a observação do sexo e o abuso), pijamas com mangas fechadas e cordas (para evitar a todo custo a masturbação infantil),  controle higiênico rigoroso sobre doenças venéreas e burocratização da prostituição (para combater a libertinagem não “docilizada” etc.). Há, portanto, em tudo isso, um belo componente político-econômico a destrinchar.´

O tema é espinhoso, mas está vindo à tona e merece atenção. Durante o ano de 2008, estimulei o desenvolvimento de alguns pequenos projetos no Grupo D & S nessa linha, tratando sobre pornografia amadora, exposição voluntária de adolescentes em fotos eróticas etc. Por enquanto, apenas Tieta está desenvolvendo uma dessas ideias (pornografia e colisão de direitos fundamentais), pelo PIBIC. Fica pro futuro 🙂