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Bom dia, nação rubro-negra!

 

Depois de um jogo apertado, sem muita melhora no futebol apresentado pelo time rubro-negro, o Leão vence por 2 x 1 o jogo contra o Vitória. Depois do gol de Thiaguinho, no priemiro tempo, a equipe passou por um sufoco, levou gol de Robertinho e ficou disperso por quase todo o segundo tempo. Aos 45 minutos, em uma falta cobrada por Carlinhos Bala, o goleiro Saulo foi para a área adversária e do alto de seus 1,98m marcou o gol da virada do Sport. (do Blog do Torcedor)

Ninguém segura o Leão. Sem mais para o momento, PST!

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Coisas desprezíveis – no jogo de futebol

Para alimentar essa série ridícula de posts, mas que estranhamente vem agradando a um setor bastante crítico de leitores, umas notinhas curtas sobre o reino sagrado do desprezo: o futebol. Por enquanto, só as irritações de dentro das quatro linhas.

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Primeira coisa desprezível: chute de fora da área sem força e sem a menor ambição de fazer gol. Eu pago mensalidades, ingresso, campanha de papel higiênico e o escambau para ver um canalha qualquer vestir a camisa do Sport e se livrar da bola por pura e simples incompetência. E o pior é que são sempre os mesmos a fazer a mesma coisa por anos! Um sujeito que desse chutes a gol sem querer fazê-los em qualquer profissão seria demitido. Mas futebol é assim, é bom chutar mal de longe para testar o goleiro, um dia entra etc.

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A segunda é um mistério do futebol. Não tem nome oficial, mas eu chamo de “escanteio curtinho”. O modus operandi é bem simples: o jogador, ao cobrar o escanteio, toca para outro a 1 metro de distância, que escora a bola para o cobrador bater de novo. Eu nunca vi um gol sair dessa tática bisonha. Mas futebol é assim, o que importa é confundir a defesa, quebrar o posicionamento etc.

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A última é um problema pessoal. Quer coisa mais cretina que jogador chamando técnico de “professor” em coletiva? E jornalista? É o fim dos tempos. A grande maioria não é nem professor de educação física, e quando muito tem algum tipo de preocupação didática sobre a futebolística (uma honrosa exceção foi o saudoso Telê Santana). Espero que um dia alguém diga que está “à disposição do treinador” – sem conotação sexual – e pare de banalizar esse epíteto. Mas se gato e cachorro ensina até em faculdade de direito, viva o Professor Toninho Cerezo.

Natureza jurídica do Twitter

Depois de muito refletir e ponderar (a palavra da vez nas provas de IED 2), consegui entender a alma do Twitter.Além de servir como servidor de notícias disfarçado, já que ninguém se acostumou com o antigo sistema RSS, esse tal “miniblog” nada mais é que a chegada à internet de um comportamento típico de jogo de futebol.

Torcedor que é torcedor nunca pergunta a outro o tempo, quem entrou ou quem saiu. A pergunta genérica – de “saiu quem?” até “quem é esse camisa 17 aí?” – é feita a esmo, sem destinatário. É um método tosco de garantir resposta, mas funciona. Nunca na história das arquibancadas o sujeito ficou sem resposta. Essa manha também é ótima para falar obviedades ou idiotices, que um interlocutor particular não ouviria sem dar um fora. Nesse caso, frases como “é bom mesmo que esse time seja rebaixado” ficam propositalmente no vácuo do pensamento.

Ou seja, eu, você e todos nós – frequentadores de arquibancada, chupadores de rolete (opa) de cana e mastigadores de amendoim “cozinhado” – já tuitávamos muito antes da internet. Ela apenas usa velhas táticas de comunicação e põe um passarinho simpático pra fazer uma chinfra…

OBS – Meu Twitter é @joaochaves_ds , mas pra falar minhas besteiras eu ainda prefiro este blog. Ou a arquibancada da Ilha.

Começar de novo

Texto muito bom de Rodrigo Barros – jornalista, rubronegro e aluno. Para refletir muito e evitar os tão frequentes erros dos que comandam nosso Leão.

http://jc3.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/canais/noticias/2009/11/03/recomecar_sem_desfazer_56901.php

Fonte: Blog do Torcedor

Véspera de clássico…

Domingo, Clássico dos Clássicos, rebaixamento à vista. Depois dos últimos resultados, aposto em mais um empate, pro Sport e o outro time de PE morrerem abraçados.

Como não tenho nada melhor pra dizer sobre futebol daqui para o fim do ano, é melhor partir para uma trilha sonora atemporal, dessa vez em versão pop rock.

Esperança

Para amanhã, o espírito é esse:

PST!

Tempo bom – pt. 1

Aproveitando, aí vai uma sessão nostalgia de coisas que não voltam mais:

– Clássico sem divisão de ingresso: a maior torcida ia ocupando a arquibancada, e em geral era a nossa 🙂

– Ganhar da Barbie (quando ainda nem tinha recebido esse título) na Casa delas antes da reforma, espremido na geral do Balança-mas-não-cai (bizarro demais aquele campinho…aliás, continua sendo!)

– Hélio e Moura, a maior dupla de ataque do SPORT dos anos 90. Se Hélio estivesse em campo, a gente não estava nessa situação (ok, isso é decadente…)

– Campanha de 1994 no Pernambucano e Brasileiro: Jefferson, Givaldo, Adriano, Sandro e Dedé; Dário, Chiquinho e Juninho; Leonardo, Marcelo (Fábio) e Zinho. Nenhum rubro-negro esquece desse time, nem precisei de Google.

– Vendedor de pulseira (SSSSSSSSSSSÊEEEEEEEEEERRAAAAAA!)

– Chupar rolete de cana, em geral ruim, e jogar no campo pra acertar PMs, juiz ou repórter (das cadeiras da Ilha, bem criança, já acertei um em Hélio Macedo, que na hora falou na Jornal)

– Ouvir narração com Adilson Couto e Roberto Queiroz, e achar que Luiz Cavalcanti é um grande entendedor de futebol (sou incapaz de criticar “Seu” Lula, mexe com meu imaginário infantil)

– Odiar Gilson Cordeiro pelo roubo na Final de 1990 no Arruda, anulando um gol legítimo de Márcio Alcântara e dando o título ao Santinha

– Tomar Pitú e chupar laranja em estádio.

– E o melhor: sair de qualquer estádio de PE (inclusive da casa da boneca) e pegar ônibus sem medo, pois o máximo de agressão que você poderia sofrer era levar um copo de mijo ou uma pilha na cabeça vinda da geral do Arruda. Mesmo morando perto da Ilha, como é o meu caso, tá cada vez pior a volta.

Depois escrevo mais sobre isso…alguém tem mais alguma lembrança boa?