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Buk e a birita

Minhas incursões sobre Charles Bukowski (opa!) estão dando bons frutos. Recebi agora uma excelente indicação bibliográfica: o “Guia de Drinques dos Grandes Escritores Americanos”, publicada pela Jorge Zahar. Link

Segundo Cecília, da Edelman/Zahar, o drinque favorito do velho Buk era o Spoilermaker, preparado com whisky e cerveja e, segundo ele, ideal para ficar bêbado depressa. Isso merece um teste empírico, com urgência 🙂

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Biografia de Charles Bukowski

Não posso começar a escrever isso sem fazer uma ressalva: este post é uma homenagem aos maiores visitantes do blog com exceção óbvia aos meus alunos – os leitores de Charles Bukowski.

Digo isso porque, diariamente, sei quais foram os termos usados em mecanismos de busca que trouxeram pessoas para cá. E, acreditem se quiser, “Bukowski” tem mais relevância que o nome do blog ou mesmo meu próprio nome. O sujeito é um fenômeno…

Pois, agora, estou feliz por ter comprado uma biografia do “velho safado” que me pareceu definitiva. O livro chama-se “Charles Bukowski: locked in the arms of a crazy life” e foi escrito por Howard Sounes que, ao que me consta, também escreveu a de Bob Dylan. O cara deve ser bom.

Vou começar a ler em breve, mas deu pra perceber que a vida de Bukowski consegue ser bem explorada para além de Henry Chinaski e do mito do escritor velho, que trabalhou a vida toda nos Correios. Há partes relevantes sobre a relação entre Buk, ex-mulheres e Marina, sua filha (relação explorada de modo cruel em Cartas na rua), uma visão menos pessoal da infância e, de modo geral, um sentimento de paixão pelo Buk real que, de fato, nunca será desvinculado daquele dos livros. Aliás, ainda consigo um dia copiar algumas poesias no original do  The pleasures of the damned para colar aqui. É…don’t even try

 

Pão com Mortadela

Excelente peça, talvez a melhor do ano em Recife. É o que posso dizer de Pão com Mortadela, que esteve no Santa Isabel no fim de semana passado.

Apesar de ser tendencioso (ou talvez até mais crítico) por ser fã de Bukowski e “Misto quente”, em que o texto é baseado, fiquei encantado com a qualidade dos atores, direção e do mise-en-scène como um todo. Foi bonito ver um cenário limpo e uma articulação tão grande entre momentos e personagens, criando vários planos e dando ao teatro uma velocidade incrível, tão gostosa quanto a da leitura. Cena final genial, com lindo e emocionante flashback.

Link para fotos e mais dados sobre a produção aqui.

Homenagem ao Velho Buk

Charles Bukowski, o velho safado, merece um post melhor. Mas não dá pra deixar de lado essa homenagem rara aqui em Recife. Espero ir ao menos algum dia…aí vai o link da matéria do DP: http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/08/07/viver1_0.asp