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Bom dia, nação rubro-negra!

 

Depois de um jogo apertado, sem muita melhora no futebol apresentado pelo time rubro-negro, o Leão vence por 2 x 1 o jogo contra o Vitória. Depois do gol de Thiaguinho, no priemiro tempo, a equipe passou por um sufoco, levou gol de Robertinho e ficou disperso por quase todo o segundo tempo. Aos 45 minutos, em uma falta cobrada por Carlinhos Bala, o goleiro Saulo foi para a área adversária e do alto de seus 1,98m marcou o gol da virada do Sport. (do Blog do Torcedor)

Ninguém segura o Leão. Sem mais para o momento, PST!

Ok, Santinha

Atendendo a pedidos, faço uma homenagem ao Santa Cruz pela vitória de ontem sobre o Botafogo. De fato, teve ares de milagre e não acontece todo dia. Vamos ver se agora o time embala e, depois de ser mais uma vez massacrado pelo Sport na final do Pernambucano, o Santinha sobe pra Série C.

Foto de uma torcida respeitável e simpática, embora menor que a do Leão:

Rubro-negrices

Ontem fui à Ilha acompanhar a estreia do Sport no Pernambucano contra o time de Araripina. Além da sensação boa de voltar a ver o Leão em campo, encontrar alguns conhecidos e conhecer alguns reforços, o extra-campo me interessou mais.

Ao contrário do costume, ficamos nas sociais. Pois é, sou sócio e não frequento o setor exclusivo, que tem cadeirinhas e tudo, por ser o maior celeiro de uma categoria de torcedor muito chata. Corneta, urubu, pé-frio…não importa o nome, é sempre uma mala sem alça com voz irritante que senta atrás de você nas sociais e passa o jogo todo falando mal, compulsivamente.

O corneta da noite tinha uns 20 e muitos como eu, e estava  com a mulher e o filhinho de 4 anos.

Primeiro minuto, duas frases: “Já fez merda”  e “Esse ano vamos passar vergonha”. É a Pitonisa.

Depois disso, foram 90 minutos de xingamentos a jogadores, vaias, acusações, reclamações quando o sujeito chuta, quando não chuta, e, claro, exortações diversas à coletividade, como já abordado no post “Natureza jurídica do Twitter”. Coisas como “não venho mais esse ano” já estavam esgotando minha paciência.

Mas o pior não é isso. O corneta acha pouco ser infeliz e frustrado com a vida e tenta passar seu estilo – “o estilo é o homem”, diria Marco Maciel – para a pobre criança. Ensinando o menino a chamar “atacante burro”, “perronha”, “bota o pé na forma” e outras frases patéticas. O ápice veio no fim do 1º tempo, quando a figura diz em alto e bom som:

“UUUUUUUUU! Vamos, meu filho, vamos vaiar o Sport com papai! UUUUUU!”

O resto foi mais do mesmo, um pouco atenuado pelo golzinho miado de Ricardinho (bom jogador, por sinal).

O que leva essas pessoas a sair de casa, ir para um jogo de futebol, ou simplesmente viver? Como se ver o Sport, em qualquer situação, não fosse bom. Em raríssimas ocasiões eu vaiei meu time, e sempre me arrependo depois. A alegria do verdadeiro rubro-negro está na luta e na persistência, e não em resultados. Se quisesse um time megavitorioso e com um orçamento que me permitisse cobrar resultados impiedosamente, torceria para o Real Madrid.

Só tenho pena da pobre criança.

De fato, foi prematuro

Que dizer?

Esse meu leão…

Post prematuro, no meio do 2. tempo de Palmeiras 0 x 2 SPORT, mas com duas reflexões:

1

On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l’ancien volcan
Qu’on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu’un meilleur avril

(Jacques Brel, “Ne me quitte pas”)

2

Vingança é um sentimento dos pobres de espírito. Onde eu pego o meu Bolsa-Família?

 

 

Começar de novo

Texto muito bom de Rodrigo Barros – jornalista, rubronegro e aluno. Para refletir muito e evitar os tão frequentes erros dos que comandam nosso Leão.

http://jc3.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/canais/noticias/2009/11/03/recomecar_sem_desfazer_56901.php

Fonte: Blog do Torcedor

Véspera de clássico…

Domingo, Clássico dos Clássicos, rebaixamento à vista. Depois dos últimos resultados, aposto em mais um empate, pro Sport e o outro time de PE morrerem abraçados.

Como não tenho nada melhor pra dizer sobre futebol daqui para o fim do ano, é melhor partir para uma trilha sonora atemporal, dessa vez em versão pop rock.