Guerra ao Terror

Dentre as várias opções de estreias e continuações desse fim de semana, e só tendo tempo de ver uma, parece que escolhi pela pior. O fato é que esse Guerra ao Terror, celebrado como filmaço em algumas críticas, é chato que dói. Repetitivo quanto à essência e insosso no suspense e na mensagem.

Em outros momentos, o problema da insensatez e da perda de humanidade decorrentes da guerra foram melhor abordados. O exemplo maior é Nascido para matar, de Kubrick. Por outro, uma visão pessoal e sensível dessa máquina de moer gente seria um Além da linha vermelha, de Malick. No entanto, e apesar de ser uma bela mostra da aventura americana no Iraque, Guerra ao Terror parece amarrado a um lugar comum, e apenas em pouquíssimas cenas e cortes há momentos interessantes.

Ok, reconheço que ver alguém desarmando bombas dá um efeito psicológico forte, mas até Falcão Negro em perigo consegue ser mais emocionante. Belas cochiladas.

Visto no Plaza em 07/02/2010.

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