O Haiti e Zilda Arns

Por mais que se procure, é impossível achar palavras para descrever o que aconteceu no Haiti. Um país de origem tão bonita e uma realidade tão miserável, permeada de corrupção e guerra civil, não merecia isso. Aliás, quem merece essa fatalidade? Isso nem Leibniz e Voltaire, no célebre debate europeu sobre o terremoto de Lisboa em 1755, conseguiram responder.

Pior ainda se imaginarmos que uma guerreira como Zilda Arns morreu. Uma mulher que, juntamente com outros no Brasil (dentre eles Nelson Chaves) colocou a desnutrição no foco de sua ação comunitária, e criou uma rede de solidariedade e mobilização sem precedentes – a Pastoral da Criança. 

Ao “perder” o Prêmio Nobel da Paz, ou deixar de ganhá-lo, a Dra. Zilda disse q seu reconhecimento eram as 5.000 crianças sobreviventes da fome a cada ano por ação de algum agente da Pastoral, e que bastaria. Gente assim faz falta.

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