Ainda o PNDH-III

A guerra do PNDH rendeu bons exemplos de muitas mazelas da política brasileira atual.

Teve político ensaboado (Serra dizendo que se posicionaria depois como “cidadão”), mídia golpista (o PIG criticando o que já constava nos Planos anteriores, do governo FHC), oportunismo (Nelson Jobim, o militar sem patente) e, claro, a revelação de como o tema ainda é difícil de encarar.

Aliás, é incrível como a política de indenizações aos perseguidos, muitas delas injustas e excessivas, não despertou nem um décimo da indignação demonstrada com a Comissão da Verdade. No fundo, melhor que o pagamento de pensões é a abertura pura e simples dos arquivos, com responsabilização dos agentes pelos crimes comuns imprescritíveis. Sem revanchismo.

Para refletir sobre o rescaldo da aprovação do PNDH, um artigo do meu amigo Roberto Efrem, professor da UFPB e militante dos DH desde sempre:

Roberto Efrem – Os direitos humanos sob conflito 

PS – os outros artigos da Carta Maior sobre o tema também estão excepcionais.

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